A Perpart – Pernambuco Participações e Investimentos S.A. marcou presença no 1º Congresso Internacional de Regularização Fundiária (CIRF), realizado entre os dias 23 e 25 de setembro, na Escola Judicial de Pernambuco (Esmape), em Recife. O evento reuniu pesquisadores, gestores públicos, operadores do direito e profissionais da área para debater avanços e desafios da regularização fundiária no Brasil e no mundo.
O presidente da Perpart, Francisco Amaral, foi um dos palestrantes e apresentou os resultados alcançados pela instituição desde novembro de 2023, quando assumiu a gestão. Em sua fala, destacou a estratégia de fortalecimento da governança, da inovação e das parcerias institucionais, que têm garantido avanços históricos em Pernambuco.
Entre os números apresentados, chama atenção o salto na emissão de títulos: mais de 11 mil escrituras entregues desde 2023, beneficiando famílias que esperavam há décadas pela segurança de ter sua propriedade regularizada. Além disso, cerca de 33 mil processos estão em andamento em 85 municípios, consolidando a Perpart como referência nacional na execução de programas de regularização fundiária.
Francisco também apresentou o case da Comunidade do Bode, no Recife, onde mais de 1.975 matrículas já foram abertas em cartório e os primeiros 113 títulos de propriedade entregues. O projeto soma investimentos de aproximadamente R$ 1,1 milhão e inclui ações sociais como o programa Reforma no Lar e o Posto Territorial do Periferia Viva, reforçando a presença do Estado no cotidiano da comunidade.
Para o presidente da Perpart, a participação no Congresso é mais uma oportunidade de mostrar que Pernambuco está na vanguarda do setor. “A regularização fundiária é muito mais do que documentos: é justiça social, cidadania e transformação de vidas. Estamos investindo em gestão moderna, tecnologia e parcerias para garantir que cada vez mais famílias tenham o direito à moradia digna reconhecido”, afirmou.
O CIRF, realizado em conjunto com o VIII Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação (SIMGEO), discutiu o papel das geotecnologias no enfrentamento das desigualdades socioespaciais e na promoção da governança fundiária, reforçando a integração entre ciência, tecnologia e políticas públicas.






